Notícia - 20/02/2019 - 17:48

11 áreas foco para o Marketing Digital em 2019

Este começo de 2019 já permitiu que entendêssemos com mais clareza, aquilo que se revela ser tendência em Marketing Digital, baseado nas demandas que chegam para nós.


Além também de acompanharmos de perto, as tecnologias adicionais que possibilitam o desenvolvimento de nossas soluções de forma ainda mais eficaz e criativa.


De pronto, uma grande tendência facilmente constatada é a utilização da Realidade Virtual para treinamentos de colaboradores ou para apresentar aulas de idiomas. Uma vez que por meio da Realidade Virtual é possível recriar ambientes e operações para simular experiências autênticas. Ainda, no caso do treinamento, conseguimos desenvolver espaços virtuais onde devido a natureza do negócio, o indivíduo precisará agir sob pressão. Esta ambientação confere um caráter imersivo a experiência, a reproduzir, um caso real.


Pensando em simulações de manipulações de máquinas/peças, ou treinamento para exercício da Medicina, fica até mais interessante! Não há o risco de gerar prejuízo por quebrar uma peça durante o treinamento ou que o funcionário sofra algum dano físico por manuseio de forma errada.


É importante mencionar aqui também que esta experiência em ambiente controlado, igualmente utiliza bastante a memória cerebral! Ou seja, após vivenciar o treinamento em RV, quando for operar em um produto real, a memória cerebral ajudará bastante nessa hora, pois a pessoa vai sentir como se já tivesse vivido aquilo e vai estar mais preparado para agir.


Para se alcançar mais êxito neste processo de capacitação de colaboradores pelo RV, também é possível fazer um tracking de como o pessoal tem agido no treinamento, mapear quais os erros mais comuns, qual primeiro comportamento instintivo dos usuários e muito mais.


Para as aulas de idiomas através do RV a ideia é parecida, coloca-se o aluno em um vislumbre virtual de cenários do país que está sendo estudado o idioma e ela se vê imersa naquelas situações em que precisa se virar com a língua estrangeira.


A segunda grande procura tem sido para a Realidade Aumentada, seja esta para comunicações institucionais, ou para um trabalho de posicionamento de Marca. Utilizar a ativação do RA com a Marca e exibir alguns atributos/destaques que ela possua: qualidade do produto vendido, histórico da marca, sustentabilidade, etc.


Devido a facilidade maior na distribuição do RA (só precisa ter o celular com o app instalado), chegam projetos para suporte a equipe comercial. Uma empresa que vende seguro, por exemplo, você que é Corretor vai vender o serviço, deixa um folheto com a pessoa que interaja com o app. Aí no folheto ela pode simular as situações que o seguro cobre para poder ter essa "experiência" de como funciona.


Destas duas tecnologias e tendências de marketing imersivo até aqui citadas é válido destacar que Marcas estão desejosas de se conectar não mais apenas no plano de consolidar um novo canal de comunicação, mas sim de tentar evocar sentimentos de seus Clientes. E, sem dúvida, ao proporcionar novas experiências imersivas, há uma busca por permitir que o público tome uma parte maior da história, ou seja, embora o vídeo 360 e o conteúdo pré-renderizado sejam poderosos por si só, para estas categorias, o espectador ainda não tem a capacidade de desempenhar um papel protagonista na história. Seja o herói, o vilão ou, às vezes, a vítima. Permitir que o espectador mergulhe na história/experiência e possa a controlar, evocará mais emoção na história que você está tentando contar.


Na questão de desenvolvimento de APPs, uma particularidade que não nos passa despercebido são  projetos com bastante foco para público interno. Desde campanha de incentivo (no qual o APP agrupa funcionalidade de comunicação, metas, acúmulo de pontuação e resgate de prêmios em um catálogo dedicado) até outros sistemas para pesquisas e treinamentos. O grande desafio de desenvolvimento que estes projetos recrutam é a combinação de tecnologias de vanguarda como Inteligência Artificial / Machine Learning, com o processo da empresa a ser transformado através da inovação tecnológica.


Cada solução exige um conjunto de variáveis muito bem orquestrada para o bom resultado na experiência final do usuário. Estamos considerando aqui elementos além da aplicação em si, mas de modo igual, uma infraestrutura robusta, capaz de rodar a aplicação e atender a volumetria de usuários com escalabilidade. Definir se será viável usar e qual solução pronta de mercado atende bem a necessidade para plugar no projeto.


Como por exemplo, se deva optar ou não pela  API de reconhecimento de imagens do Google, esta mais ampla e genérica ou uma solução customizada de um Parceiro específico a qual consiga interpretar os elementos de texto de um rótulo de garrafas, para uma indústria de bebidas, por exemplo. Custos, acuracidade, suporte tudo isso deve ser bem avaliado.


Em se tratando de uma outra competência de Marketing, veremos ainda mais o Live Marketing ou o “Marketing em tempo real”, presente através de conteúdos dinâmicos em diversos formatos nas redes sociais. A ideia é a de se manter presente na mente do usuário e se conectar num plano de valores pessoais deste seguidor. Procurando usufruir de uma onda (assunto) que muitas vezes nem sequer consegue determinar a origem, mas que já ocupou boa parte dos mais assíduos usuários das principais redes sociais.


Veremos Produtoras ampliando seu escopo de trabalho e oferecendo consultoria em Business Intelligence para criação de conteúdo, procurando se distanciar de padrões pré-estabelecidos tantos na estética quanto no discurso. Por isso também, vídeos ao vivo conquistam cada vez mais participação no plano de redes sociais.


A tônica será a naturalidade.  Esse refinamento cada vez mais presente nas demandas de criação de vídeo (branded content) vem causando uma mudança no discurso, de atributos de campanhas ou histórico da empresa, para valores. Rostos desconhecidos para influenciadores, e de influenciadores para histórias reais de pessoas comuns.


A Mídia programática está mais precisa e isso de certa forma, permite que áreas designadas consigam até mesmo aprovação de orçamentos com mais facilidade devido a possibilidade de se obter métricas para estimar resultados e controlar os retornos sobre seus respectivos investimentos.

Se pensarmos no funil de vendas, desde a jornada de compra temos os seguintes tipos de clientes: Suspects, prospects, customers, clientes, advocates e leads. O que acontece em muitos casos são as diferentes formas de conversão de cada etapa no funil de vendas. De qualquer forma, a informação retroalimenta o fluxo para diferentes estratégias que podem ser testadas e otimizadas durante a campanha, aumentando as chances de melhores resultados.


Se tomarmos como exemplo o que ocorre no dia a dia da Webeleven, temos alguns suspects que nos procuram para desenvolvermos alguns projetos seja em Realidade Virtual e Realidade Aumentada, e, por ventura, acabam não fechando negócio conosco. Uma das estratégia que estamos adotando é: Mídia de Remarketing ou em outras palavras Mídia Programática. Nós dedicamos nossos anúncios do google Adwords para os clientes que deixaram de preencher o formulário das Landing Pages, tornando-os em verdadeiro lead qualificado.


Se você chegou até aqui, agradecemos o prestígio por nosso conteúdo, esperamos ter contribuído para esclarecer ou reforçar o conhecimento para conseguirmos ótimos resultados neste ano que já começou.


Segue abaixo nosso conteúdo transformado em tópicos:

11 práticas do Marketing Digital para 2019 pela Webeleven


1. Marketing imersivo

2. Treinamentos e aulas em RV

3. Conteúdos complementares em RA

4. Marcas buscando evocar sentimentos

5. App integrados com soluções mais especializadas

6. IA apontando soluções com mais confiabilidade devido ao maior poder de processamento

7. Machine learning por mais poder de processamento

8. Conteúdo- Histórias reais

9. Mídia programática mais eficiente

10. Marketing em tempo real

11.Vídeo ao vivo


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